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quarta-feira, 28 de julho de 2010

Cromatografia



Cromatografia

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A cromatografia (do grego χρώμα:chroma, cor e γραφειν:"grafein", grafia) envolve uma série de processos de separação de misturas. A cromatografia acontece pela passagem de uma mistura através de duas fases: uma estacionária (fixa) e outra móvel. A grande variabilidade de combinações entre a fase móvel e estacionária faz com que a cromatografia tenha uma série de técnicas diferenciadas.

Índice

[esconder]

[editar] Teoria da cromatografia

Cromatografia é uma técnica de separação de misturas e identificação de seus componentes. Esta separação depende da diferença entre o comportamento dos analitos entre a fase móvel e a fase estacionária. A interação dos componentes da mistura com estas duas fases é influenciada por diferentes forças intermoleculares, incluindo iônica, bipolar, apolar, e específicos efeitos de afinidade e solubilidade.

[editar] Analogia

Uma analogia que é as vezes útil é a suposição da mistura de abelhas e moscas passando sobre uma flor. As abelhas serão atraídas pela flor e serão separadas das moscas por esta atração. Se observarmos esta passagem sobre a flor, as moscas irão passar antes seguidas pelas abelhas. Nesta anologia, as abelhas e as moscas são os analitos, as flores representariam a fase estacionária e o ar onde as duas espécies passam seria a fase móvel. A chave da separação está na diferença de afinidade entre o analito, a fase móvel e a fase estacionária. O observador seria representado pelo detector usado em uma série de formas de cromatografia. Todavia os valores determinados podem sofrer mudanças.

[editar] História

Foi o botânico russo, Mikhail Semyonovich Tswet que inventou a primeira técnica cromatografica em 1900 durante suas pesquisas sobre a clorofila. Ele usou uma coluna de absorção líquida contendo carbonato de cálcio para separar pigmentos de folhas de plantas. O método foi descrito em 30 de dezembro de 1901 no 11o Congresso de Médicos e Naturalistas em São Petersburgo. A primeira publicação feita foi em 1903. Ele usou pela primeira vez o termo cromatografia em uma publicação em 1906 no jornal de botânica alemão, Berichte der Deutschen Botanischen Gesellschaft. Em 1907 ele demonstrou sua cromatografia para a Sociedade Botânica Alemã

Em 1952, Archer John Porter Martin e Richard Laurence Millington Synge ganharam o Prêmio Nobel de Química pela invenção da cromatografia de partição.[1] Desde então, a tecnologia tem avançado rapidamente.

[editar] Termos usados na cromatografia

  • Analito é a substância que é separada durante a cromatografia.

[editar] Classificação das técnicas cromatográficas

[editar] De acordo com o sistema cromatográfico

  • Em Coluna
    • Cromatografia Líquida
    • Cromatografia Gasosa
    • Cromatografia Supercrítica
  • Planar
    • Centrífuga (Chromatotron)
    • Cromatografia em Camada Delgada (CCD)
    • Cromatografia em Papel (CP)

[editar] De acordo com a fase móvel

[editar] De acordo com a Fase Estacionária

  • Líquida
  • Sólida
  • Quimicamente Ligadas

[editar] De acordo com o modo de separação

  • Por adsorção
  • Por partição
  • Por troca iônica
  • Por Afinidade

[editar] Principais técnicas cromatográficas

[editar] Cromatografia de adsorção

O mais utilizado. Duas substâncias ligadas por uma interface onde não ocorre solubilização. A fase estacionária é sólida e a fase móvel pode ser líquida ou gasosa. Baseia-se nas atrações eletrostáticas ou dipolares da superfície da fase estacionária pelas moléculas da substância a separar.

[editar] Cromatografia de partição

A fase estacionária é líquida. Este processo é baseado na diferente solubilidade dos componentes da mistura nas duas fases líquidas.

[editar] Cromatografia Planar

Na cromatografia planar, a fase estacionária é suportada sobre uma placa plana ou nos poros de um papel. Nesse caso, a fase móvel desloca-se através da fase estacionária por ação da capilaridade ou sob a influência da gravidade. Útil em separação de compostos polares. Encontra-se bastante difundida devido à sua facilidade experimental e ao seu baixo custo.

[editar] Cromatografia em Papel (CP)

Fases da Cromatografia em Camada Delgada.

Ou PC, do inglês "paper chromatography". É uma técnica de adsorção, utiliza um líquido e um sólido. Ocorre a retenção das substâncias devido a absorção sofrida na superfície da fase estacionária. Utiliza-se papel normal ou papel de filtro (mais utilizado) como fase estacionária.

Exemplificando: a mistura é aplicada no papel (fase estacionária), a placa de vidro é colocada em um cuba contendo a fase móvel. Esta fase móvel (solvente) sobe por capilaridade e arrasta a substância menos adsorvida separando-a das substâncias mais adsorvidas. Como a maioria das substâncias separadas são incolores, utiliza-se um revelador. As manchas podem ser reveladas por meio de luz UV, vapores de iodo, soluções de cloreto férrico e tiocianoferrato de potássio, fluorescências, radioatividade, etc.

[editar] Cromatografia em coluna

Cromatografia em Coluna.

É a técnica de separação cuja fase estacionária acontece dentro de um tubo. Utiliza-se uma coluna de vidro aberta na parte superior e munida de uma torneira na extremidade inferior, por onde sai o líquido (eluído). Dentro da coluna encontra-se a fase estacionária constituída por um enchimento sólido no caso da cromatografia de adsorção, ou por uma fase líquida no caso da cromatografia de partição. A fase móvel é líquida em ambos os casos.A ordem das substâncias dependerá da sua polaridade.

[editar] Cromatografia de leito móvel

A cromatografia de leito móvel verdadeiro (True moving bed, TMB) é uma forma de transformar a cromatografia de leito fixo num processo contínuo em contracorrente, e desta forma maximizar as taxas de transferência de massa entre fases. Nesta técnica, o absorvente move-se no sentido oposto ao do eluente com uma velocidade compreendida entre as velocidades de migração dos dois componentes.



terça-feira, 13 de julho de 2010

Dia internacional do cantor


Dia internacional do cantor ... 1 ano sem nosso REI do POP como será isso para nós fãs dele ... Deve ser como um buraco no nosso peito ... deve ser uma grande tristeza ...
Mas o que eu fico me perguntando por que será que só damo0s valor as coisas quando a perdemos ? é uma pergunta sem respostas .

Mas não devemos ficar chateado afinal ele deve estar em um bom lugar ... DEUS o levou e deve estar cuidando dele muito bem .

Beijos

BY: Meyre